
O Supremo Tribunal Federal (STF) está em discussão sobre a obrigatoriedade do diploma em jornalismo para exercer a profissão. A legislação brasileira exige que os jornalistas sejam formados na área, mas uma liminar do presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, acabou com a exigência. Esse processo deverá entrar em votação ainda neste ano.
Paralelo ao processo no STF, o Ministério da Educação (MEC) constituiu um grupo de trabalho que discutirá as diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo e o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirma que independe da obrigatoriedade do diploma para jornalistas. A preocupação é com a qualidade da formação profissional.
O ministro afirmou que o jornalismo é uma das quatro áreas que estão na mira do Ministério da Educação por terem "conexão direta com a questão democrática." Porém, não pretende cortar novas vagas em cursos de baixa qualidade, como vêm fazendo no direito, na medicina e na pedagogia.
Outra pauta em discussão é a possibilidade de que profissionais com diploma de nível superior em outras áreas possam fazer o curso de jornalismo no prazo de dois anos, o equivalente à metade da duração atual. Para isso, precisaria cursar disciplinas essenciais para a formação, como técnica de reportagem, ética e redação, por exemplo.
O presidente da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), Sérgio Murillo de Andrade, é favorável a proposta do MEC, porém, com a condição de que jornalistas também possam cursar outras faculdades, tendo o aproveitamento de algumas disciplinas e um menor tempo de curso. Destaca que se a profissão perder seu principal pilar, que é o diploma, as relações de trabalho, tanto nos veículos de comunicação como nas assessorias de imprensa sofrerá uma enorme precariedade.
Paralelo ao processo no STF, o Ministério da Educação (MEC) constituiu um grupo de trabalho que discutirá as diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo e o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirma que independe da obrigatoriedade do diploma para jornalistas. A preocupação é com a qualidade da formação profissional.
O ministro afirmou que o jornalismo é uma das quatro áreas que estão na mira do Ministério da Educação por terem "conexão direta com a questão democrática." Porém, não pretende cortar novas vagas em cursos de baixa qualidade, como vêm fazendo no direito, na medicina e na pedagogia.
Outra pauta em discussão é a possibilidade de que profissionais com diploma de nível superior em outras áreas possam fazer o curso de jornalismo no prazo de dois anos, o equivalente à metade da duração atual. Para isso, precisaria cursar disciplinas essenciais para a formação, como técnica de reportagem, ética e redação, por exemplo.
O presidente da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), Sérgio Murillo de Andrade, é favorável a proposta do MEC, porém, com a condição de que jornalistas também possam cursar outras faculdades, tendo o aproveitamento de algumas disciplinas e um menor tempo de curso. Destaca que se a profissão perder seu principal pilar, que é o diploma, as relações de trabalho, tanto nos veículos de comunicação como nas assessorias de imprensa sofrerá uma enorme precariedade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário