quinta-feira, 12 de março de 2009

Fases do Web Jornalismo

O Jornalismo Online possui três fases já conceituadas por grandes autores. São as fases transpositiva, metafórica e webjornalística, que também podem ser chamadas de linear, hipertextual básico e hipertextual avançado.



Fase transpositiva: Aqui os jornais online são apenas uma repetição do que é o impresso, alguns inclusive reproduzindo na íntegra o formato impresso.



Diário Popular (Pelotas, RS)
As matérias do jornal, não todas, são simplesmente colocadas na versão online do jornal. Não há, ainda, nenhum tipo de foto, imagem ou vídeo para ilustrar o texto.



Fase metáfora: Nesta fase, mesmo sendo ainda transposições do impresso para a Web, começam a surgir links com chamadas para notícias de fatos que acontecem no período entre as edições; o e-mail passa a ser utilizado como uma possibilidade de comunicação entre jornalista e leitor ou entre os leitores, através de fóruns de debates; a elaboração das notícias passa a explorar os recursos oferecidos pelo hipertexto.


Jornal Nacional (TV Globo)
Ao analisar o texto da matéria, é possível perceber que é o texto do off da reportagem digitado. Entretanto, a página faz uso da convergência das mídias ao colocar o vídeo da matéria.


Webjornal: Aqui temos o uso pleno das características do Jornalismo Online e temos o surgimento de jornais feitos para a Internet, mesmo grandes empresas com jornais impressos já estabelecidos também criam redações separadas e preparadas para o ambiente digital.


Folha Online
Tem matérias escritas exclusivamente para o meio online, inclusive mais curtas, às vezes fornecendo o link para que o leitor (apenas o assinante) possa ler a versão do jornal impresso. Tem diversas das caractéristicas do webjornalismo, como hipertextualidade, memória e velocidade.

Twitter: mais uma ferramenta da web aliada ao jornalismo



Por Juliana Danieli da Costa

Para quem está atento a novidades e ao avanço da Web, já deve ter ouvido falar no Twitter. Esta rede social que se espalhou pelo mundo todo, é um ótimo meio de informação. Vários episódios já foram relatados sobre o uso desta ferramenta para divulagação das notícias de última hora. Casos em que a mídia não estava próxima e somente com o auxílio de um celular, a notícia e também fotografias do acontecimento, foram lançadas na web. Com isso, o Twitter seduz cada vez mais redações jornalísticas a utilizá-lo. Para Paulo Querido, jornalista registrado no Twitter desde 2007, o serviço já ocupa “um lugar essencial na estratégia de qualquer redação.”
O Twitter não ameaça nenhum dos meios de comunicação, com certeza é mais um aliado, uma forma de chegar mais perto das fontes e de conseguir mais fontes. Cabe aos jornalistas adaptarem-se, crescerem e evoluírem por forma a saberem utilizar as ferramentas que a tecnologia vai colocando ao dispor de todos.
Para facilitar ainda mais o trabalho dos jornalistas, foi criado o ReporTwitters. A idéia é usar o site como um centralizador de informações enviadas via Twitter por jornalistas em todo mundo.
Pode-se combinar uma pauta ou tema e todo mundo envia algum material. Uma espécie de redação on-line para freelancers que utilizam o Twitter.
A empresa Google, já está de olho, e começou algumas negociações para compra do Twitter, visando o seu crescimento ainda maior no mercado. O criador do Twitter até hoje não conseguiu uma maneira de fazer esse site render lucros, mas já estuda isso. Fonte: http://noticias.terra.com.br/interna/0,,OI3678839-EI188,00.html
Entenda melhor o Twitter:
Nesta rede social cada usuário possui uma página que pode inserir pequenos textos de 140 caracteres. Além de inserir textos você pode acompanhar o que outras pessoas escrevem, conhecido como “seguir”. A ferramenta permite ainda responder mensagens de usuários e compartilhar fotos, vídeos e links. O melhor de tudo isso? O site pode ser atualizado pelo celular, é por isso que ele foi tão importante em vários episódios pelo mundo todo.