quarta-feira, 22 de abril de 2009

Tom Wolfe - Fronteiras do Pensamento

INFORMATIVO


O Fronteiras do Pensamento de 2009 em sua terceira edição refletirá a crise mundial sob a perspectiva da ciência e da cultura. O projeto que conta com a parceria das Universidades UFRGS e UNISINOS inicia suas atividades em Porto Alegre no mês de agosto com encontros mensais que ocorrerão até novembro. Os interessados em participar dos seminários deverão se inscrever pelo site www.fronteirasdopensamento.com.br. O passaporte para os quatro encontros custa R$ 240,00. Ingressos avulsos não serão comercializados.

Os quatro meses de seminário contam com a presença de doutores em economia e psicanálise, além de premiados professores da área da psicologia.O jornalista e escritor norte-americano Tom Wolfe encerra as atividades no dia 26 de novembro falando sobre “O espírito de nossa época”. Wolf é conhecido por produzir um novo estilo de reportagem onde os textos jornalísticos ganham tratamento literário. O escritor é autor de best-sellers como Um homem por inteiro (1998), Emboscada no Fort Bragg (1996), A fogueira das vaidades (1984) e Os eleitos (1979).


INTERPRETATIVO

Fronteiras do Pensamento contará com a presença do jornalista e escritor Tom Wolfe

A terceira edição da Conferência Fronteiras do Pensamento, conhecida por reflexões críticas com a reunião de diferentes pensadores do mundo teve sua abertura no dia 23 de Março em Porto Alegre. A atração deste ano é o escritor jornalista Tom Wolfe que encerrará o evento no dia 26 de novembro com a palestra “O espírito de nossa época”. Autor de livros como “Um homem por inteiro” (1998) e “Emboscada no Fort Bragg” (1996), Wolfe tem sua carreira marcada no início dos anos 60, a época em que o jornalismo não era tão fragmentado como hoje. Além dele, jornalistas como Truman Capote, Gay Talese e Norman Mailler inovaram. Eles abandonaram a estrutura clássica para acrescentar elementos literários no texto. Esse Novo Jornalismo que faz a interligação entre realidade e literatura também desembarcou no Brasil na década de 60.

A conferência Fronteiras do Pensamento é conhecida por suas reflexões críticas perante a assuntos relevantes da sociedade. A edição de 2009 será em duas capitais: Porto Alegre e Salvador. Na capital gaúcha, o local que sediará o evento será no salão Atos da UFRGS com o passaporte ao preço de R$ 240,00. Os encontros serão no mês de agosto, setembro e novembro.


OPINATIVO

Jornalista, escritor e criador do Novo Jornalismo, o norte-americano Tom Wolfe virá à capital gaúcha este ano. Com 15 livros publicados, o autor de 78 anos será destaque da terceira edição do Fronteiras do Pensamento.Lançado em 2006 em Porto Alegre, o seminário internacional é uma maneira de discutir temas como cultura, mundo, pensamento, arte e linguagem. O evento é uma chance dos profissionais e acadêmicos de comunicação entrarem em contato com um dos grandes revolucionários na forma de escrita jornalística. Para falar sobre a relação as vezes estreita e outras distante entre a literatura e o jornalismo, é que Tom Wolfe participa desta edição. O autor, assim como outros jornalistas, misturou idéias tradicionais da escrita jornalística com técnicas literárias e surgiu o chamado Novo Jornalismo.

A edição de 2009 de Fronteiras do Pensamento, será em duas capitais: Porto Alegre e Salvador, o que é uma grande oportunidade para espalhar as idéias do evento e, também, de um número maior de pessoas apreciarem o estilo brilhante do discurso de Tom Wolfe. Terá início no dia 23, com palestra de Steven Pinker, psicólogo e lingüista canadense. Na capital gaúcha, o local que sediará o evento será no salão Atos da UFRGS com o passaporte ao preço de R$ 240,00, valor alto comparado à crise que o estado está enfrentando. Os encontros serão no mês de agosto, setembro e novembro.

De acordo Donaldo Schuler, consultor do Fronteiras do Pensamento, embora o evento esteja mais curto e concentrado no segundo semestre do ano, a programação não foi afetada. Tom Wolfe fará o fechamento do ciclo de palestras em novembro, falando das fronteiras entre jornalismo e literatura.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Crítica do Livro - O Crepúsculo de Stephanie Meyer

Por: Juliana Costa

O Crepúsculo, primeiro volume da série criado por Stephanie Meyer, é um livro que fala basicamente sobre vampiros e um grande romance. Isabella Swan é uma menina que sai de Phoenix para ir morar com seu pai no estado de Washington, na cidadezinha conhecida como Forks. No início para ela, foi entediante a chegada à nova cidade. No entanto, quando ela conhece o misterioso e cativante Edward Cullen, a vida de Isabella sofre uma viagem emocionante e aterrorizante.

A partir de então Meyer desenvolve conceitos próprios sobre o mito dos vampiros, inclusive o que chama no romance de “vegetarianos”, ou seja, aqueles que evitam se alimentar de sangue humano. Em verdade, tentam evitar, pois boa parte das emoções defloradas ao longo da narrativa versa sobre o desejo de Edward morder sua amada, e de ela desejar ser mordida! Também não é para pouco, esses vampiros são bem diferentes do que estamos acostumados a ouvir falar. São perfeitos, imortais, belos, poderosos e tudo mais que se imaginar. Eles não viram pó ao sol, agora eles ficam cravejados de diamantes e voltam ao normal quando estão na sombra. Água benta e prata também não lhes trazem perigo.


Paralelamente, como não poderia deixar de ser, há todo um universo de criaturas demoníacas, de vampiros a lobisomens, e logo o amor da jovem adolescente é ameaçado por predadores implacáveis. Ainda assim, mesmo quando o horror e o suspense tomam conta, o foco se mantém nos sentimentos.




O leitor consegue sentir em cada palavra toda a angústia de Edward quando ele fica dividido entre sua natureza de vampiro e seu amor por Bella, e esta em cada parágrafo expresso todos os seus sentimentos.


Stephanie Meyer conduz a história de tal maneira que quando se pensa que a autora perdeu o pique, a história dá uma guinada e caminha para um final cheio de clímax.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

17ª FENADOCE – O Doce mais doce do Brasil (Juliana Costa, Felipe Macedo e Douglas Saraiva)


Plano de Comunicação para Fenadoce

Os objetivos específicos do Plano de Comunicação da feira incluem:- Criação de um blog personalizado: Terá informações atualizadas diariamente, no qual os visitantes poderão fazer comentários e sugestões sobre o evento.- Comunidade no Orkut: Criação de tópicos referente à Feira tais como: Agenda de shows, doces preferidos, receitas, mapas. Envio da ferramenta eventos com os shows e atrações diárias da Feira.- Perfil no microblog (Twitter): Por meio de postagens serão divulgados os lançamentos de novos produtos com a marca Fenadoce entre outras informações.- Banners e pop-ups em sites e portais de todo o país.
Matéria Informativa - Mostra de talentos na Fenadoce

Este ano a 17ª edição da Feira Nacional do Doce está repleta de novidades e atrações, entre elas, o festival de música e a amostra de teatro que prometem descobrir e incentivar novos talentos. O 1º Musicalda será um festival autoral competitivo aberto e de gênero musical livre. Serão 20 músicas pré-selecionadas que tocarão nas classificatórias dos dias 8 e 9 de junho e dessas, 14 serão escolhidas para a final do dia 10 de junho de 2009. Haverá votação popular através do site da feira, http://www.fenadoce.com.br/ , a partir de 18 de maio até 9 de junho de 2009. O Cenadoce, nesta edição, estará priorizando a participação de talentos locais em um novo espaço, o auditório da Fenadoce. A intenção é manter o local aberto e atender a comunidade artística o ano inteiro. Os festivais darão acesso livre ao público da feira e oferecerão aos artistas espaços para mostrar suas produções.

Clipping online

Para a clippagem online, que fará parte do plano de comunicação da 17ª Fenadoce, será utilizada uma ferramenta chamada ‘Alertas do Google’, que promove o monitoramento periódico de websites e portais, e o posterior envio de alertas via e-mail com os resultados da pesquisa sobre a incidência, nos mesmos, de tópicos pré-determinados. A clippagem também irá considerar o número de acessos e comentários nos blogs e redes sociais criados para divulgação da feira como importantes “termômetros” da eficácia de tais ações no ciberespaço.

MEC impõe mudanças nos cursos de Jornalismo


O Supremo Tribunal Federal (STF) está em discussão sobre a obrigatoriedade do diploma em jornalismo para exercer a profissão. A legislação brasileira exige que os jornalistas sejam formados na área, mas uma liminar do presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, acabou com a exigência. Esse processo deverá entrar em votação ainda neste ano.

Paralelo ao processo no STF, o Ministério da Educação (MEC) constituiu um grupo de trabalho que discutirá as diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo e o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirma que independe da obrigatoriedade do diploma para jornalistas. A preocupação é com a qualidade da formação profissional.
O ministro afirmou que o jornalismo é uma das quatro áreas que estão na mira do Ministério da Educação por terem "conexão direta com a questão democrática." Porém, não pretende cortar novas vagas em cursos de baixa qualidade, como vêm fazendo no direito, na medicina e na pedagogia.

Outra pauta em discussão é a possibilidade de que profissionais com diploma de nível superior em outras áreas possam fazer o curso de jornalismo no prazo de dois anos, o equivalente à metade da duração atual. Para isso, precisaria cursar disciplinas essenciais para a formação, como técnica de reportagem, ética e redação, por exemplo.

O presidente da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), Sérgio Murillo de Andrade, é favorável a proposta do MEC, porém, com a condição de que jornalistas também possam cursar outras faculdades, tendo o aproveitamento de algumas disciplinas e um menor tempo de curso. Destaca que se a profissão perder seu principal pilar, que é o diploma, as relações de trabalho, tanto nos veículos de comunicação como nas assessorias de imprensa sofrerá uma enorme precariedade.